Antes que passe.
Pensamentos e sentimentos que estão em constante mudança,serão retratados antes que possam desaparecer e dar lugar a outros.
sexta-feira, 25 de julho de 2014
terça-feira, 17 de junho de 2014
Eu
escolho não aceitar. No meu
horizonte não
impera mais o medo, a insegurança,
a aflição. Escolho não aceitar a opressão da não possibilidade. Descanso
no Senhor, o qual tem me suprido dia após
dia com sua imensa misericórdia.
Muitas vezes o diabo quer nos fazer aceitar nosso não merecimento do olhar e
atenção de Deus. De fato não merecemos, pois somos
pecadores. O problema é
quando interiorizamos, nos conformamos e assimilamos a tal ponto de esquecer o óbvio: A graça dEle que nos acorda a
cada manhã. É como se fosse uma nova
possibilidade de honra-lo e merecê-lo.
Como uma nova oportunidade de mudança.
Uma nova oportunidade de entrega. Esquecemos o amor que o Senhor tem e sempre
teve, evidenciado principalmente quando mandou seu filho para levar sobre si todas
as mazelas que nos separavam do pai.
sábado, 8 de março de 2014
“Tá certo, eu não nego. Não existe mais uma palavra
sua que me comova. Todo seu encanto ruiu, todo seu olhar ensecou e ficou sem
brilho. Sua língua
não mais me arrebata. Àquela hora, naquele dia
foi o divisor de águas
entre mim e a amizade dantes cultivada. Todo seu solo rachou. Olhar você é como estar entre Deus e
o diabo. Não
mais me conquista, não
mais me toma, não
mais me alegra.”
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Existem coisas que nos ferem tão profundamente
quanto a bala disparada.
A palavra lançada é um fator mordaz não para o corpo,
mas para a alma.
Um dia desses, Ela
havia parado para pensar se, pelo resto de seus anos de vida, alguém a amaria
tanto quanto o seu primeiro amor de infância. Haveria de ficar ali, fadada
àqueles homens, sem deseja-los, ouvindo expressões que pareciam ser mais
cabíveis a cachorros? Ouvira em algum lugar que alguém tinha amor para oferecer
incondicionalmente. Ela sabia de quem se tratava. Só há um alguém assim. Mas
existiam prerrogativas que presumia não conseguir atingir. Havia certos
detalhes que talvez, pensava consigo, não teria como adentrar sua alma. Como
poderia perdoar quem certo dia denegrira sua honra? Como poderia olhar com
compaixão alguém que certo momento ferira seu corpo por um motivo tão estúpido?
Como oferecer seu coração ao invés da “carne” para confortar alguém que explode
dentro de si por raiva de outro alguém? Ou que está ali apenas para saborear
daquele prazer instantâneo? Conseguiria apagar toda e qualquer palavra de
acusação um dia dita sobre si? Estava tão profundamente abalada que qualquer
coisa a feria. Machucava tão simplesmente quanto um sopro.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Engraçado
perceber que, durante todo esse tempo, quando mandavas que eu tivesse cuidado,
essa ordem nada mais era o imperativo que almejava entrar em vigor sobre
ti, retumbando em cada parte do teu corpo querendo te proteger. Você esteve
sempre sob o julgo do irreal, querendo pra si um mundo o qual aos poucos se
descobria não existir e, inspirando a incerteza, amedrontava-se com o palpável.
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