Foi
consumado. O último ato daquele espetáculo chegara ao fim. Jesus chorou e sorriu com a criação enquanto
a cortejou durante vida terrena. Não havia mais travessões entre nós,
pecadores, e Ele. A única última fala sairia agora da própria boca do Rei,
questionando seu pai sobre o aparente abandono. Ele se deixou ser levado. Ele
havia de ser morto para que o véu que nos dividia do Altíssimo fosse rasgado e
a peça terminasse plausível. Para que todos os nossos pecados fossem escondidos
atrás de cada parte do seu corpo e cada gosta de sangue e, assim, perdoados.
Para que pudéssemos experimentar a leveza do viver por meio da presença de
Cristo em nós e olhar o céu com ternura sentindo seu amor e compaixão.

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